segunda-feira, 30 de junho de 2014

Bancos investem mais de 1 bilhão de reais em Universidades Corporativas

Os bancos brasileiros investem mais de R$ 1 bilhão em universidades corporativas, este alto investimento mostra o comprometimento de um setor que está atento às mudanças no mercado de trabalho e reconhece a qualificação como um relevante caminho para o sucesso. 
“As universidades corporativas são um componente muito importante do setor educacional para aproximar a educação do trabalho. Com isso elas vão conseguir dar uma contribuição positiva para o aumento da competitividade”, avalia Murilo Portugal, presidente da Federação Brasileira de Bancos - FEBRABAN. 

O Instituto FEBRABAN de Educação – INFI nasceu para promover a excelência em educação corporativa e representa a instituição que melhor conhece os bancos e seu funcionamento no Brasil. 

“O INFI desenvolve conteúdos nas áreas de finanças, contabilidade, RH, e entre outras, para ajudar os profissionais do setor a melhorar as suas carreiras e darem uma contribuição maior para o nosso País”, complementa o presidente da FEBRABAN. 

Este tema será abordado durante encontro inédito com especialistas “Educação Corporativa: o contraponto entre o negócio e a educação”, um curso especial com vagas limitadas. O evento será realizado nos dias 07 e 08/08 no Hotel Radisson Vila Olímpia. Mais informações estão disponíveis no site www.infi.com.br. 

domingo, 29 de junho de 2014

Os brotos e as crianças índigo


Os brotos são plantas em seu estágio inicial de desenvolvimento, por isso possuem uma quantidade de nutrientes não encontrada em vegetais já adultos. Crianças índigo são "pessoinhas" especiais que chegam ao mundo para tentar resolver a grande confusão que as outras gerações fizeram.

Alimentar-se com brotos é a forma mais saudável de viver bem e deixar as doenças de lado. Conviver com crianças índigo e sentir sua doçura e inquietude é a melhor maneira de nos conectarmos com aquela criança interior que deixamos perdida pela vida.

Brotos são alimento vivo, altamente energético e construtor do nosso metabolismo. Crianças índigo são seres humanos límpidos em sua essência, com energia para mudar o mundo e serão os construtores de um novo modelo social.

Alimente-se com brotos. Brinque com crianças índigo. Ambos são uma excelente terapia.

Veja uma receita com brotos. Se você for um líder educador, sugiro que convide sua equipe para comerem esta delícia juntos.


Salada com brotos de alfafa

O broto de alfafa é um dos alimentos mais ricos em clorofila que existem, emagrece e é bom para os músculos.



Ingredientes

500 g de broto de alfafa
3 colheres (sopa) de vinagre
1 colher (sopa) de mostarda
3/4 de xícara (chá) de azeite
2 colheres (sopa) de molho de soja
2 xícaras (chá) de queijo fresco em cubinhos
azeite e pimenta-do-reino a gosto.

Modo de preparo

Bata o vinagre com a mostarda. Ainda batendo adicione os 3/4 de xícara (chá) de azeite em um fio fino. Assim que atingir a consistência de maionese, adicione o molho de soja e a pimenta. Reserve. Tempere o broto de alfafa com azeite e disponha em um prato de servir. Tempere os cubinhos de queijo com o molho de soja e disponha-os no centro da alfafa. Sirva acompanhado do restante do molho de soja.

Bom apetite!

sábado, 28 de junho de 2014

O mito do "de repente"


Você já ouviu frases do tipo:

Fulano morreu de repente.
A chuva veio e de repente alagou todas as casas.
De repente não gosto mais de você.
Minha vida ficou vazia de repente.

Mas será que as coisas realmente acontecem de repente? Ou será que a vida nos dá sinais que teimamos em não notar?

A pessoa que morre de repetente já não estava doente há anos por uma vida desregrada? A chuva que alagou tudo de repente não teve origem em um lento processo de impermeabilização do solo? Será que o relacionamento que acaba de repente já não estava ruim há muito tempo? A vida que ficou vazia de repente não é o resultado de um processo de busca espiritual?

O líder educador deve estar pronto para observar os sinais dos acontecimentos que culminam com rupturas, falhas, derrotas, perdas e prejuízo. Se os sinais aparentes forem notados com a devida atenção, dificilmente algo irá acontecer... de repente.

Posso tapar os olhos para o rinoceronte que está na minha frente, mas isso não irá evitar que ele me dê uma senhora chifrada. De repente, deve doer um bocado.

 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Se não me entendes, não me julgues...


Talvez uma das maiores tentações para um líder seja julgar as outras pessoas tendo seu óculos como referência. O perigo desta artimanha é viciarmos nossa maneira de enxergar a realidade e perdemos excelentes oportunidades de inovar, arriscar, criar.

O que faz com que as organizações se tornem ambientes cinza, sem cor, sem vida é a busca pela conformidade. Tudo tem que seguir o mesmo padrão, porque é a forma mais "correta" que tudo deve ser.

Existia uma propaganda das camisas "USTOP" no qual todos na sala de reunião usavam a mesma cor de roupa. O azul marinho quase morto em esperança. Até que um dia o "Fernandinho" resolveu aparecer com uma camisa xadrez, colorida. Todos o reprovaram, exceto o "chefe", que soltou o famoso bordão: "Bonita camisa, Fernandinho"!.

Cássia Eller, foi intensa, estonteante e breve. A liderança educadora precisa destes atributos para libertar as organizações do azul marinho que nos deixa moribundos. Viva o laranja, vermelho e amarelo. Nossa sorte é que nada dura pra sempre, "porque o prá sempre, sempre acaba".

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Murilo Portugal, Presidente da FEBRABAN, um líder educador



Temos falado bastante do perfil de líderes educadores e sua forma de trabalho. Hoje, gostaríamos de apresentar o criador do INFI - Instituto FEBRABAN de Educação, Murilo Portugal, Presidente da Federação Brasileira de Bancos.

Murilo sempre apoiou e acreditou no papel da educação para mudar práticas de negócio. Por esta razão, criou em 2012 o INFI, para levar educação profissional aos executivos e educação financeira para a população brasileira.

Marisa Eboli fala que educação corporativa deve ter a dimensão de cidadania. O INFI possui o papel transformador da realidade e atua como a Universidade Corporativa Setorial do mercado bancário brasileiro.

Um líder educador não se acomoda com o status quo, busca mudar, instigar e influenciar pessoas e organizações, em prol de uma Causa Maior.

Veja o vídeo de Murilo Portugal, falando sobre a educação no setor financeiro.

video


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Nosso blog completa 1000 visitas!


No dia 30/5/2014 foi criado o blog "Liderança Educadora". O objetivo foi tratar de temas que interessam às pessoas que colocaram a educação em sua Missão de Vida. Todos os dias um post novo, buscando levar humor e conteúdos afins de maneira casada.

Hoje, dia 25/6/2014 nosso blog completou 1000 visitas e vai continuar sempre disposto e instigante.

Já passaram pelo blog, personagens como o Joaquim Barbosa, crianças índigo, Felipão, Parreira, Dr. Sócrates, Zumbis, A Grande Mãe, Pink Floyd, cigarrinho de chocolate, A Coisa, O Eneagrama, Maquiavel, balas soft, entre outros.

Continue visitando "Liderança Educadora". Todo dia uma novidade!

Nem tudo que é soft desce suave...


Era uma vez, uma deliciosa bala, colorida, bonita e que era vendida como algo "leve", "suave". Contudo, aqueles que já tiveram o azar de engolir a bala inteira, lembram bem da "deliciosa" sensação, semelhante a engolir uma "engrenagem".

Esta pequena e verdadeira história deixa claro que por mais que confiemos naquilo que nos é vendido, precisamos sempre estar atentos à vida real, onde a propaganda e o plano de comunicação, muitas vezes se mostram inócuos.

A liderança educadora deve conseguir entender o ambiente real, com seus problemas e crises e adequar a solução ao verdadeiro contexto. O professor Joel Dutra da USP já dizia que a competência do profissional somente é comprovada quando se manifesta em um contexto real.

Não adianta ter um lindo currículo e não entregar resultados. Não adianta ser "bonitinho" e "docinho" e ficar "entalado" no organismo corporativo.

terça-feira, 24 de junho de 2014

A dura vida do CEO


CEO, ou Chief Executive Officer, é o principal executivo de uma empresa. Normalmente, contratado pelo acionista majoritário ou pelo Conselho de Administração, ele é o responsável pela gestão e pelos resultados da organização.

A maioria dos executivos sonham em se tornar CEO um dia. Os motivos são muitos. A sua remuneração anual pode chegar a vários milhões de reais. É muito dinheiro, ainda mais em um país como o nosso. O prestígio e poder também são muito grandes para esses executivos. Bajuladores não faltam, muitos convites, jantares, muita mordomia.

Mas nem tudo são rosas. A pressão é enorme. Os acionistas não possuem paciência e se os resultados não vierem... Além disso, muitas informações não chegam até o CEO, principalmente aquelas não muito boas. As pessoas escondem informações para preservar sua imagem e até o seu emprego.

Existem CEOs que são visionários e que possuem uma Missão de Vida maior do que simplesmente dinheiro e poder. Quando você trabalha numa organização com um CEO visionário, as coisas possuem outras cores e sabores, porque o ânimo e a energia desses líderes é contagiante e quase ilimitada.

Um CEO no papel de líder educador pode mudar o mundo! Parece exagero, mas muitas corporações são maiores que a maioria dos países. A responsabilidade deles é imensa, pois como dizia o Tio do Homem Aranha... "Com o poder vem também a responsabilidade"...

Você quer ser um CEO?


segunda-feira, 23 de junho de 2014

O livro dos líderes educadores


Para todos os líderes educadores, o novo livro da Marisa Eboli é essencial. Nele, os educadores irão conhecer as tendências nacionais e internacionais em educação corporativa.

A última pesquisa sobre a situação das empresas em relação à educação também será apresentada.

Tive a oportunidade de escrever dois capítulos. No primeiro traço a relação entre valores humanos e educação corporativa e no segundo, apresento o INFI, Instituto FEBRABAN de Educação, a Universidade Corporativa do Setor Financeiro Brasileiro.

Dia 7 de agosto de 2014 o livro será lançado no encontro que tratará do contraponto entre negócios e educação corporativa. Para mais informações, acessem www.infi.com.br

Vejo vocês lá!

domingo, 22 de junho de 2014

O Príncipe


Como deve agir um príncipe para ser estimado:

1. Nada faz com que um príncipe seja mais estimado do que os grandes empreendimentos e os altos exemplos que dá.

2. É muito útil também para o príncipe dar algum exemplo notável da sua grandeza no campo da administração interna.

3. É também muito estimado o príncipe que age como verdadeiro amigo ou inimigo declarado.

4. Um príncipe nunca deve se aliar a alguém mais poderoso para causar danos a um terceiro.

5. Os príncipes devem demostrar apreço as virtudes e dar oportunidades aos mais capazes, horando os excelentes em cada arte.

O líder educador consegue extrair o que for mais efetivo das lições de Maquiavel (O Príncipe, 1513), mas consegue transformar retórica em ações transformadoras efetivas. Cuidado, as eleições estão chegando. Quem merece seu voto? Quem realmente possui conteúdo e não apenas imagem? Qual candidato poderá assumir o papel de líder educador?

sábado, 21 de junho de 2014

Encontradas novas formas de vida inteligente!



Encontrada nova forma de vida inteligente na Terra. Após muitas buscas e pesquisas feitas por cientistas, religiosos e místicos, uma nova forma de vida inteligente foi descoberta no planeta. Estes organismos existem na Terra há muitos milenios, mas haviam passado desapercebidos pela comunidade científica internacional.

Trata-se de seres que não possuem posses materiais, mas utilizam daquilo que o próprio planeta oferece, ou seja, sua água, alimentos, solo, ar, fogo e amizade.

É uma espécie que possui intensa integração entre si e com as outras espécies, enxergando beleza e reciprocidade em tudo. Aqueles diferentes, também são encarados como semelhantes, sem a sensação de "separatividade".

Vivem espalhados pelo planeta, existindo em todos os continentes e até mesmo nos oceanos. É espantosa a forma como se manifestam, pois variam em relação aos seus atributos.

O motivo pelo qual as lideranças tradicionais e corporações não conseguiram até agora detectar esta nova forma de vida inteligente é porque a princípio não foram encontradas vantagens aparentes e poder nestes seres. Contudo, as lideranças educadoras começam a descobrir a inteligência, também chamada de Sabedoria deste espécie multi corporal e cultural.

A nova forma de inteligência é composta pelas mães que amamentam seus filhos, pelos filhos amamentados pelas mães, pelos idosos que tranquilamente se balançam em suas cadeiras, pelos curandeiros e benzederias que atendem pessoas nos lugares desprovidos de assistencia médica oficial, pelos voluntários que se espalham pelo mundo, pelas comunidades indígenas que ainda persistem, pelos artistas que criam suas obras para o mundo, pelos médicos e cientistas que buscam a cura dos males humanos, pelos professores que trabalham em condições precárias, pelas espécies animais, que habitam o mundo e que ainda servem de alimento ao homem, mesmo sem mais ser preciso.

As lideranças educadoras conseguem enxergar esta nova forma de vida inteligente. Sua sapiência reside em descobrir como viver sem o uso de antidepressivos, pois possuem uma espetecular conexão com o Todo.









sexta-feira, 20 de junho de 2014

Como o eneagrama pode apoiar o líder educador?



Muitas pessoas acham que este papo de ficar "rotulando" os outros como sendo de um tipo ou de outro é algo ultrapassado e pouco produtivo.

Certamente, não somos de um "tipo", como um sabonete ou lata de azeite. Mas é possível perceber que existem grupos de comportamentos mais comuns a determinados tipos de pessoas. Por exemplo, existem muitas pessoas perfeccionistas e elas possuem entre si formas comuns de se comportar. Quem consegue prever estes comportamentos, obtém um melhor relacionamento e resultados com os nossos amigos "perfeitinhos", por exemplo.

Um líder educador conseguirá melhores resultados com sua equipe se dominar técnicas de assessment e autoconhecimento, pois eliminará choques e jogos de poder que emperram o desempenho individual e coletivo. O conflito pode ser produtivo, mas para isso, precisa ser bem direcionado.

De todos os instrumentos de autoconhecimento que conheço, o Eneagrama se destaca pela sua amplitude e profundidade. Ele parte do princípio que existem 9 padrões de comportamento. Todos possuímos um pouco de cada padrão, mas temos um principal, chamado de âncora.

Os 9 tipos podem ser classificados em três grupos, que possuem o mesmo motivador. O grupo do instinto entende a vida como uma batalha a ser vencida; o grupo das emoções busca o reconhecimento; o grupo da razão quer entender o mundo.

É complexo, mas fascinante!



quinta-feira, 19 de junho de 2014

Alguém se lembra do cigarrinho de chocolate?


Sem medo de mostrar a idade, cresci pedindo para meu pai comprar na padaria o famoso "cigarrinho de chocolate". As pessoas da época se lembrarão dele.

Realmente, posar em fotos com um cigarro na mão era algo comum, dava status e melhorava a imagem da pessoa. Alguém imagina isso hoje?

Este fato nos mostra como é possível mudar hábitos ruins com educação e legislação. Fico com muito receio quando o lobby das agências de propaganda prega a liberdade de expressão para vender suas quinquilharias.

Fica provado que quando o Governo e a Sociedade Civil se unem para causas justas, o resultado é positivo para as pessoas.

Qual outra campanha para mudança de hábitos você defenderia? Fim da propaganda de bebidas alcoólicas? Fim da propaganda voltada às crianças? Campanha de conscientização contra a exploração dos animais pelo homem?

As causas são quase infinitas.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Como a Liderança Educadora pode valorizar a sabedoria dos anciões?


Conhecimento não é a mesma coisa que sabedoria. Conhecimento é a abstração do significado de uma série de informações. Por exemplo, a partir de informações sobre marketing, o conhecimento é produzido por meio da aprendizagem.

Não existe um juízo de valor no conhecimento. Podemos conhecer como produzir uma bomba atômica e faze-lo ou não em função dos nossos valores, da nossa experiência, da nossa sabedoria...

Logo, sabedoria é o uso consciente do conhecimento para um determinado fim. Pensando-se que a sabedoria está ligada à busca pelo bem-estar coletivo, ela representa a capacidade humana de utilizar suas experiências e conhecimento em prol da coletividade e da vida no planeta.

Um jovem líder pode ter muito conhecimento,  mas provavelmente tenha pouca sabedoria, pois esta exige o tempo e as experiências acumuladas. Trabalhei no setor de internet no final do século passado e algo muito comum nas organizações era a existência de gestores jovens, brilhantes, mas que eram péssimos líderes por não terem ainda desenvolvido a maturidade necessária.

O líder educador precisa se abastecer de conhecimentos, experiências e desenvolver a sabedoria necessária para tomar as decisões corretas, no momento adequado e no contexto apropriado.

Isto é o oposto da prática comum nas organizações de desprezar executivos maduros, preferindo jovens talentos. Mais uma vez, o convívio das gerações é muito útil e necessário. Em nossas casas, vale o mesmo. Será que temos reservado um tempo para conversar como nossos idosos?

Qual foi a última vez que você se sentou calmamente com seu pai ou mãe e ficou a prosear? Esta é uma experiência única e, infelizmente, passa logo.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Que Coisa Feia!


Se existe uma coisa que deixa todo mundo irritado é contar com alguém que ofereceu ajuda e que depois nos deixa na mão. Pode parece bobagem, mas isto acaba com qualquer relacionamento. E por que acontece? Simplesmente porque nos fomos educados a dizer "não". 

A cultura brasileira nos coloca na cabeça que precisamos ser educados, amigos e estarmos disponíveis a qualquer momento. Isto cria uma pressão em nossas vidas, muitas vezes insustentável. Assumimos compromissos e depois damos um jeito de "pular fora", com as desculpas mais esfarrapadas.

Não seria mais fácil dizer "NÃO!!!". Normalmente as pessoas entendem um "não" bem fundamentado. E se não entenderem também, problema delas!

Na cultura americana, esta situação não ocorre. As pessoas costumam apenas aceitar os convites que são do seu interesse e se comprometem com aquilo que realmente querem e podem fazer.

Enquanto isso, aqui no Brasil, ficamos nos corroendo por dentro, cheios de remorsos por não estarmos disponíveis 100% para todos. Isto vale para mães, pais, filhos, filhas, amigos e amigas.

Vamos aprender a fazer apenas aquilo que podemos e que não irá nos prejudicar? Egoísmo? Não, preservação da espécie!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

O Princípio Feminino e a Educação das Lideranças



A Lua é um arquétipo milenar que representa a dimensão feminina da criação.
A Lua nova/crescente é o aspecto virginal, de criarividade e expansão.
A Lua cheia significa a abundância e fertilidade.
A Lua minguante traz o final dos ciclos e a sabedoria.

O princípio feminino atua como educador por mostrar a importância de respeitarmos os ciclos da vida no aprendizado humano. Não é correto pular etapas e sim viver o melhor de cada estágio com o espírito de convivência e integração.

Em uma organização, as diversas gerações podem conviver a assimilar o que de melhor cada uma pode fornecer a outra. Podemos estar no período da Lua minguante e mesmo assim, termos o espírito criativo e juvenil da Lua crescente e contribuir com novas ideias e projetos, que deverão ser analisados pela ótica provedora da Lua cheia e pelas lições aprendidas da própria Lua minguante.

Por muito tempo, pensou-se que as lideranças políticas e corporativas não necessitavam criar, cuidar e refletir, e sim, apenas produzir, conquistar e exigir. Como a vida é um organismo vivo, tivemos como resultado o desequilíbrio, a destruição e a ameaça de continuidade do processo. Agora, finalmente, fala-se em criatividade e inteligência emocional. Ufa!

Na educação das crianças vale a mesma coisa, quanto mais os pequeninos puderem ter contato com diferentes estágios e interpretações do aprendizado e ficarem livres do processo uniforme pasteurizado, mais serão formados cidadãos com visão plural, inclusiva e regada pela diversidade.

Finalmente, a dimensão feminina abre espaço para o cuidado com o outro, o acolhimento e a sensibilidade, aspectos tão necessário na nossa realidade cartesiana, que enxerga pessoas como máquinas.

A Lua, mulher, mãe e anciã, que cuida dos seus filhos, produz e acolhe é o grande princípio educador que os tempos atuais demandam para nossas escolas profissionalizantes e emburrecedoras.




domingo, 15 de junho de 2014

Cinco coisas que não se aprende na escola, segundo Dalai Lama



1. O sucesso é efêmero. O que importa é estarmos com as pessoas com que gostamos.
2. Trabalhar é importante, mas somente vale a pena se deixarmos um legado para o mundo.
3. Relacionamentos somente fazem sentido se for com pessoas com as quais não temos segundos interesses.
4. A alegria é a energia da alma. Nunca devemos perder esta dimensão.
5. Desde que nascemos, devemos começar a nos preparar para a morte e chegar até ela com o sentimento de dever cumprido.

sábado, 14 de junho de 2014

Pra que poupar, se no futuro estaremos todos mortos?



Quando tentamos incentivar a poupança, o que mais ouvimos é: poupar pra que, a vida é curta!

Parece que estamos vivendo um daqueles filmes de ficção científica, no qual nosso tempo está contado e é preciso viver tudo que for possível porque a "morte" está nos chamando...

A questão é que na vida real isso não acontece. Iremos viver cerca de 30 anos após pararmos de trabalhar. Temos no máximo 40 anos para juntar reservas para viver mais 30 sem renda, exceto a aposentadoria da Previdência Pública, que está cada vez mais em crise. Até quando o sistema do INSS aguantará a crescente pressão dos beneficiários que se acumulam?

Gerar poupança é essencial por dois motivos: cria recursos para investimentos, que moderniza a oferta da economia e garante uma velhice mais dígna, sem que fiquemos na dependência do acaso.

Existe outro fator fundamental: poupar reserva recursos para as gerações futuras, pois a natureza não possui recursos ilimitados. Além do mais, consumir não resolve nossos problemas essenciais, que é a busca pelo sentido da vida e nossa felicidade.

Ou alguém irá dizer no leito da morte: que pena que não comprei mais coisas e "detonei" meu limite de crédito com mais frequência???

A Era do Consumo trouxe um modelo econômico que não se sustenta e que não nos sustenta.




quinta-feira, 12 de junho de 2014

Eliza, Magrão e a redenção da Nação Corinthiana


Hoje é dia de redenção para os corinthianos. Povo sofrido e esquecido, hoje está em festa. Quem diria que Itaquera seria um dia a capital do mundo?

Lembro de Eliza, a torcedora símbolo do timão e o Magrão, doutor Sócrates, que se rebelou contra a ditadura dentro e fora das quatro linhas. Se eles estivessem vivos, que alegria estariam sentindo!

Apesar dos desvios e erros, não é possível para os corinthianos não se sentirem anfitriões da maior festa do esporte. Amanhã, a realidade volta, mas amanhã é amanhã.

Bem-vindos são paulinos, palmeirenses, santistas, etc. Sintam-se em casa!

E que o povo possa ser protagonista daqui pra frente.

Felipão x Parreira: padrinho x líder?



Hoje, os olhos do mundo estarão fixos na figura dele e de seus pupilos. Figura folclórica e polêmica, será dele novamente a missão de comandar o grupo que pretende levantar a taça pela sexta vez. E se perdermos novamente em nosso país? Que vexame!

Líder educador é aquele que comanda pelo exemplo, desenvolvendo as pessoas e criando o espírito de time.

Esta será a missão do Felipão a partir de hoje. Ele não parece ser daqueles líderes apenas racionais e movidos por processos e indicadores. Isto tem mais a cara do Parreira. É como se fosse uma dupla quase perfeita: Felipão no estilo "padrinho" ou "paizão", ganha a turma pelo coração e o Parreira, o líder culto e cerebral, mostra os caminhos táticos necessários à vitória.

Nas empresas, não existe espaço para dois estilos ao mesmo tempo. Ou se escolhe o "paizão" ou a aposta é em um perfil mais estratégico e orientado a resultados.

Nesta Copa vamos acompanhar a tentativa de misturar os dois estilos. O "paizão" e o "processual" comandando a mesma equipe. Parece que por enquanto isto está dando certo, mas realmente, os 200 milhões de "acionistas" somente irão dar seu parecer na grande reunião do "Conselho Nacional de Administração" se o Brasil levantar a taça no dia 13 de julho de 2014.

Se isso não acontecer, podem começar a recrutar head hunters para mais um processo seletivo...


O padrinho, o líder e o estagiário


O padrinho é como se fosse nosso segundo pai. Por isso ele gosta tanto da gente. Ele nos ajuda, nos apoia, mas muitas vezes nos coloca na zona de conforto.

O líder não é nosso pai. A relação é profissional, sempre. Mas ele procura aproveitar o melhor de nós frente a uma situação ou desafio. Ele enxerga de forma estratégica, traça cenários e aloca as pessoas corretas nas funções necessárias.

O equilíbrio se dá quando conseguimos conciliar respeito com reconhecimento, bom ambiente com resultados atingidos.

É possível ser padrinho e líder em situações diferentes?

Certa dia, em uma certa empresa, o gerente de marketing perguntou a sua equipe: "o que vocês acharam da nossa campanha de vendas"? Ele recebeu apenas elogios e seu semblante ficou iluminado de contentamento.

Contudo, a única pessoa que não se manifestou foi o estagiário, que permanecia com um olhar enigmático. O gestor perguntou: "E aí, Fernandão, o que você achou?"

O rapaz respondeu: "É pra falar minha opinião ou para investir na minha efetivação"?

O gestor respondeu atônito: "fale com o coração"!

O rapaz tinha uma escolha e agiu com pureza de espírito: "a campanha é obvia, pedante e não vai melhorar nossas vendas"...

Sabe qual a reação do gestor? Bem, isso não importa muito, pois sua reação dependeu de qual papel ele estava desempenhando naquele momento. Era padrinho ou líder? Isso, somente o Fernandão ficou sabendo...



sábado, 7 de junho de 2014

Hey! Teacher! Leave us kids alone!




Outro dia, estava conversando com uma amiga, que estava muito preocupada com o desempenho de seu filho na escola. Indaguei sobre o motivo da preocupação e ela me disse: 

Ele está indo mal na escola. Semana passada a professora pediu que eles escrevessem um relatório sobre o passeio no museu de história e a nota do meu filho foi ruim, porque o trabalho estava muito superficial”!

Perguntei a idade do filho dela. Ela disse: “Cinco anos”.

Estamos criando “adultozinhos” com três, quatro, cinco anos de idade. Como diz Ken Robinson: a educação é orgânica, igual à agricultura e nós a tratamos de forma linear, como uma linha de produção.

Uma criança de cinco anos deve fazer relatório? Aprender idiomas? Judô? Ou deveria apenas brincar?

E nas empresas? A educação corporativa ajuda a criar pessoas criativas ou seres que apenas repetem velhos padrões?


Podemos afirmar que estamos melhorando a vida dos clientes, trazendo mais negócios ou ampliando o diálogo com a sociedade, a partir da educação que estamos oferecendo aos nossos públicos?

Como medir o resultado? E Qual resultado faz sentido medir? Será que estamos brincando o suficiente?

Gente grande de verdade, sabe que é pequena e por isso cresce. Gente muito pequena, acha que já é grande e tenta apequenar outras pessoas. (Mário Sérgio Cortella).

Nossos conteúdos educacionais são feitos para deixar grandes, pessoas pequenas ou para apequenar pessoas, que nasceram para serem grandes?

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Visão de liderança e a indústria automobilística


O automóvel foi o símbolo do século 20. Henry Ford criou padrões, processos e se firmou como pioneiro da indústria moderna com seus carros todos pretos e com baixo custo, que depois deram lugar aos carrões beberrões para finalmente surgirem os modelos compactos japoneses.

A indústria automobilística puxou o ritmo da economia do século 20, criou empregos, viabilizou ruas e rodovias, furou poços de petróleo no mundo árabe e aqueceu nosso planeta, com os volumes de CO2 expelidos por milhões de canos de escapamento.

Mesmo sendo o símbolo do século 20, a indústria dos carros continuou a bater de forma crescente suas metas de vendas no século 21. No Brasil, preocupado com a desaceleração da economia, o Governo deu subsídios e as vendas continuaram em alta, para alegria de muita gente.

E apesar de todos os incentivos, a venda de carros parece perder o fôlego novamente. E mais uma vez surgem os clamores pelas mesmas medidas emergenciais. Mas fica a dúvida se o incentivo ao carro é a o caminho que devemos seguir. Sabemos que as vias públicas não suportam mais veículos e as emissões de CO2 trazem previsões pessimistas para a vida no planeta.

Então, o que fazer? É possível direcionar os esforços e tecnologias da indústria automobilística para outro tipo de transporte, que privilegie o coletivo, em detrimento do privado? Quais os impactos de uma mudança deste tipo na economia, no emprego e em nosso futuro?

As lideranças educadoras precisam estudar a questão a fundo e ter coragem para propor uma solução definitiva que atenda não somente aos cidadãos e empresários de hoje, mas, principalmente, seja uma solução eficaz e inteligente às gerações futuras.


Você está preparado para abrir mão do seu carro?

terça-feira, 3 de junho de 2014

Como educar crianças índigo? Você tem uma em casa?



Crianças Índigo começaram a nascem a partir de 1980 para ajudar a humanidade na transformação educacional, social e espiritual do planeta, segundo Lee Carroll, criador da definição.

É difícil comprovar se nossas crianças são realmente diferentes de nós ou se foi a intensa exposição à mídia e o uso prematuro da tecnologia que as deixaram mais ativas e antenadas.

A responsabilidade é grande para elas, mudar tudo aquilo que nossa geração e as anteriores não conseguiram.  Como a liderança educadora pode apoiar as crianças índigo em sua jornada? Como facilitar seu aprendizado e sua caminhada?

Primeiramente, não podemos esquecer que elas ainda são crianças e tem direito a brincar e sonhar. Mas é possível introduzi-las de maneira adequada à problemática atual e deixar que descubram sua forma de interação com esta realidade.

Temas como solidariedade, sustentabilidade e justiça social devem parecer com ênfase na pauta educativa. Dalai Lama já dizia que o mundo precisa muito mais de curadores e educadores do que pessoas de sucesso.

Veja algumas características das crianças índigo:

Possuem muita energia e sensibilidade.

Têm baixo poder de concentração e não conseguem ficar quietas.

Resistem à autoridade se não for democraticamente orientada.

Aprendem por meio do diálogo e contextualização, resistindo à memorização mecânica.

Demostram certo ar de realeza e agem desta forma.

Frustram-se com ambientes ritualmente orientados e que não estimulem a criatividade.

Se não encontram crianças parecidas, tornam-se introvertidas e parecem antissociais.

Sabem impor suas necessidades aos pais e educadores.

Possuem uma irresistível necessidade de mudança e transformação social.
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domingo, 1 de junho de 2014

O senhor poderia comprar um termômetro para ajudar a gente a bater a meta de hoje?


Tarde ensolarada de domingo e uma passada obrigatória em uma farmácia para comprar alguns remédios. Após aguardar algum tempo o atendimento e entregar a receita para o atendente providenciar os medicamentos, fico ouvindo o papo descontraído dos outros atendentes (adoro fazer isso).  A conversa era sobre uma funcionária que havia faltado ontem para ir ao médico e que também não havia ido trabalhar hoje porque estava indisposta. Ah... Ela não tinha muita certeza se viria amanhã. Como um amigo meu sempre fala: no comércio, os empregados costumam fazer rodízio para faltarem aos finais de semana. Realmente, trabalhar sábado e domingo não é um dos maiores prazeres que nos reserva o mercado de trabalho.

Após receber os medicamos e agradecer, recebo a pérola do atendente: "O senhor poderia comprar um termômetro para ajudar a gente a bater a meta de hoje"? Os tais termômetros estavam expostos com destaque na vitrine. Recuso educadamente e vou ao caixa. Após o outro rapaz passar todos os medicamentos, olha para mim com um sorriso e indaga: "Precisamos bater nossa meta hoje. O senhor pode comprar um termômetro"? Sem acreditar muito naquilo, agradeço novamente, recuso, pago e vou embora.
 
A pergunta que fica na minha cabeça é porque aquela farmácia resolveu colocar os termômetros na meta de vendas? Será que o comprador fechou um lote muito grande e o produto encalhou? Meta de vendas em farmácia? Salário variável para vender remédios? Viva a meritocracia! Fico imaginando uma reunião de equipe entre o supervisor e seus atendentes: "Pessoal, hoje temos que focar na venda de anti-inflamatórios, não esqueçam de oferecer uma caixa para toda velhinha que aparecer aqui hoje"! ou então: "Nossas vendas de supositórios estão muito fracas! Ponham um sorriso na voz e desovem o produto"!
 
E pensar que 90% dos remédios vendidos nos shoppings dos enfermos, chamados de "farmácias" poderiam ser evitados se houvessem ações preventivas de saúde. Quantos gastos com medicamentos, consultas, exames e internações poderiam ser evitados se a população fosse estimulada às boas práticas ligadas à alimentação, atividades físicas e um pouquinho mais de felicidade.
 
Enquanto isso não ocorre, "pessoal, vamos bater nossa meta de remédio pra pressão"! E que Deus nos ajude...