quinta-feira, 30 de abril de 2015
Educação financeira no Amazonas
Dia 29/4/2015 estive em Manaus para conduzir uma palestra sobre educação financeira e empreendedorismo. O evento foi promovido pela Bemol, uma importante rede de comércio varejista da região.
Essa é a primeira vez que vejo uma rede do varejo preocupada em educar seus clientes para o consumo consciente. A iniciativa está totalmente aderente com os princípios da liderança educadora, que visa construir relações sólidas e perenes entre as organizações, seus clientes e demais stakeholders.
A sala estava lotada, com mais de 250 pessoas, entre clientes, fornecedores e universitários. Todos preocupados em manter as finanças em dia para poderem atingir seus objetivos e sonhos. Fica provado que uma empresa com atuação responsável não perde vendas, mas cria relações duradouras.
Parabéns à Bemol, uma empresa quase centenária, mas que possui uma mentalidade empresarial jovem e inovadora.
domingo, 26 de abril de 2015
Como fazer uma horta em apartamentos
Você pode morar em um pequeno espaço e mesmo assim ter sua horta medicinal. Trazer as plantas pra dentro de casa é como trazer a vida para seu lar.
A Universidade da Paz (Unipaz) irá promover dia 30/4 o curso para ensinar você a fazer uma horta em seu apartamento. Tenha ervas medicinais e temperos à sua disposição. Maiores informações, unipazsp.org.br ou 11 5083-4278.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Bolo de chocolate sem leite e ovos
Muitas pessoas pensam que é impossível fazer bolos sem leite e ovos. Mas não é. O leite de vaca é um alimento nocivo aos seres humanos. Ninguém deveria mais tomar leite depois que desmama. A indústria de laticínios nos vende que leite faz bem, mas todos sabemos que o número de pessoas com intolerância à lactose é enorme, pois este alimento não foi feito para nós.
Pensando na Educação do Corpo, primeiro pilar da Liderança Educadora, trouxemos uma receita de bolo de chocolate sem leite e ovos para você. Depois me conta se ficou bom...
Ingredientes:
• 2 xícaras de farinha de trigo;
• 1 xícara de açúcar;
• 1 xícara de água;
• 1/4 xícara de óleo;
• 2 colheres de cacau em pó;
• 1 colher de fermento.
Ligue o forno no mínimo. Numa bacia, misture os ingredientes secos e depois o óleo, aos poucos a água (se quiser adicione avelãs, castanhas, uvas passas ou nozes moídas), por último, 1 colher de fermento. A consistência da massa deve estar cremosa de quando voce virar a bacia, a massa acompanha o movimento, ou seja, massa nem muito consistente nem liquida demais (senão sola o bolo). Se estiver pesada pode adicionar mais água, bem aos poucos. Asse até sentir cheirinho de coisa boa!
Cobertura:
• 1 xícara de açúcar
• 1 xícara de extrato de soja
• 1 xícara de água
• 2 colheres de cacau em pó
• opcionais: 2 gotinhas de essência de baunilha, 1 colher de margarina vegana.
Bata os ingredientes no liquidificador por 2 minutinhos, vai virar leite condensado. Leve ao fogo baixo mexendo sem parar até ficar cremoso.
A receita foi extraída do site veganismo.org.br
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Novas metodologias para o ensino de adultos
Um dos grandes desafios dos educadores de adultos é saber que metodologia usar para não ensiná-los como se fossem crianças.
A maioria das universidades e escolas de negócio ainda insistem em utilizar o método expositivo de ensino, no qual o aluno recebe toneladas de conhecimento e não consegue encontrar utilidade prática naquilo.
Pensando em como ensinar adultos de forma eficaz, o INFI promoverá no dia 17/6/2015 um encontro com especialistas, que tratarão das novas metodologias para ensinar os "grandinhos".
Serão abordados metodologias inovadoras como:
- Transdisciplinaridade;
- Design Thinking;
- Gamification;
- Problem Based Learning;
- Educomunicação;
- Neurociências e Educação Corporativa, entre outros.
Você é educador de adultos? Então, não perca!
Para maiores informações: infi.com.br
domingo, 5 de abril de 2015
Desmotivação, como combatê-la?
As pessoas que começaram a trabalhar há algumas décadas percebem que algo mudou no ambiente das organizações.
Trabalhar na empresa A, na multinacional B ou na corporação C, que era a aspiração do pessoal mais antigo, parece que agora não brilha mais os olhos nos jovens profissionais e não surge no topo do ranking das metas das pessoas.
O que mudou? As pessoas ou as organizações? Arriscaria dizer que o trabalho possui outro significado para os indivíduos, enquanto as organizações ainda vivem das velhas fórmulas de uma época onde as pessoas não tinham outras alternativas a não ser ter seu nome em um dos cartões da famosa "chapeira".
Hoje as pessoas possuem alternativas diferentes e possuem mais informação. Suas redes sociais transmitem os fatos instantaneamente e abrem novas possibilidades. Por que os jovens deveriam "vestir a camisa" se as organizações não os entendem e ainda insistem em focar apenas nos resultados financeiros de curto prazo?
Parece que os jovens querem aproveitar sua vida, com seus amigos e o trabalho não é mais o centro da sua existência. Empresas gastam milhões nos seus programas de trainee e descobrem que em pouco tempo, os talentos que custou muito pra recrutar, irão escapar por suas mãos sem que muito possa ser feito.
Contratar pessoas humildes para a base da pirâmide também carece agora de efetividade, pois os jovens podem ser de baixa renda, mas são informados e conectados. Também querem mais do que um contracheque e benefícios.
O que acontece com o Pato e o Ganso acredito que ilustra bem a atual situação. Altos salários não irão faze-los jogar bola. Os clubes são um dos maiores exemplos de organizações arcaicas, autoritárias e pouco profissionais. Querem ter um bom time, mas conhecem pouco da boa administração e não conseguem ativar aquilo que faz as pessoas se mexerem: a meta maior que faz valer a pena expor a canela e tentar o drible.
Gol de qualquer jeito, os jovens profissionais não querem mais.
quinta-feira, 26 de março de 2015
Quando o líder deve saber parar?
O sucesso embriaga, afaga nosso ego e muitas vezes nos deixa cegos. As pessoas precisam saber que muitas vezes é melhor parar, mudar a carreira, abrir espaço para outros talentos, que também querem brilhar.
Ceni é um caso típico. Brilhou durante muitos anos, foi referência no gol são paulino, mas não consegue entender que seu papel agora deveria ser outro. Talvez dirigente, comentarista, coach, mentor, consultor...
O líder educador deve entender que assumir um novo papel, de formação de pessoas, também é fundamental .Precisamos de bons educadores. E isto mostra a nobreza de nossas almas.
Nossas organizações estão cheias de Cenis. Pessoas que não conseguem mais o desempenho de outrora, que se transformam em motivo de gozação nos corredores, mas que mesmo assim não conseguem largar o "osso".
Meu post anterior fala como um profissional com 60 anos pode ser produtivo e contribuir para as organizações e para a sociedade. Mas em algumas profissões, o post também serve para pessoas com 40 e poucos anos...
quarta-feira, 25 de março de 2015
Nada mais somos do que um "pum" das estrelas
A frase original
era: “Somos poeira de estrelas”, dita pelo cosmologista Carl Sagan. O motivo
para esta afirmação está no fato de que todos os elementos dos nossos corpos e
dos outros serem que habitam a Terra e outros planetas terem como origem a
explosão de uma supernova. Estrelas gigantescas que ao morrerem eliminam todos
os elementos que compõem a vida no universo.
Não estamos
falando apenas dos nossos corpos ou das outras formas de vida que conhecemos ou
não. Mas também, do ar que respiramos, da sandália que calçamos, do solo que
pisamos e da matéria dos outros bilhões de planetas e galáxias que existem no
Todo.
Isto engloba o
oxigênio e o nitrogênio que respiramos; o carbono que é a base da vida; o
cálcio de nossos ossos; o sódio, o fósforo, o magnésio, o iodo e o potássio
essenciais ao organismo; o ferro e o alumínio das máquinas; o cobre dos fios
elétricos e o silício dos computadores... Todos estes elementos químicos saíram
da fornalha atômica de supernovas, estrelas gigantes que, ao esgotar seu
combustível, explodiram, semeando na vastidão interestelar os ingredientes dos
planetas e da vida.
Falar então que
poderíamos ser um “pum”, pode parecer meio asqueroso, mas é ótimo para que a
ficha caia em relação à nossa importância.
Os moradores da
Terra “se acham”. Primeiro, éramos o centro do universo e depois nos colocamos
no topo das espécies. Mas isso não faz sentido algum. Somos mais uma espécie,
que teve a capacidade de se adaptar nos ambientes atuais do planeta, mas que ao
primeiro soluço planetário, poderá desaparecer sem deixar vestígios.
A consciência do
que somos e da nossa unidade com os elementos expelidos pelas estrelas deveria
criar um sentimento de pertencimento espetacular por toda a humanidade.
Certamente, as questões que hoje parecem insolúveis teriam finalmente as suas
respostas.
Viemos do pó e a
ele retornaremos. Mas o que importa é a jornada e não o destino que teremos.
Então, ao descermos do pedestal, poderemos encontrar possibilidades
extraordinárias para vivermos no nosso ponto azul que orbita em uma pequena e
quase imperceptível estrela, que vive na periferia da nossa galáxia.
Talvez ao
pensarmos assim, questões como a inflação, o desemprego, as estrias e a
celulite se mostrem apenas engraçadas e pueris. Pálido reflexo de uma forma
incrivelmente distorcida de nos colocarmos na estante que engloba todos os
seres.
Ficaria muito
mais fácil para um educador explicar a seus aprendizes a complementariedade e
integração da vida. Que bela reflexão para termos numa tarde nas escolas, não?
Que legal discutir isso nos MBAs... Significaria acertar o eixo da educação e
focar naquilo que realmente importa.
Ih... Mas somente
nós temos alma!!!
KKKKKKKKK
Que mania essa,
hein? Será complexo de inferioridade???
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