domingo, 17 de setembro de 2017

Não há torá sem farinha



Existe um velho ditado hebraico que diz: "Se não há farinha, não há Torá; se não há Torá, não há farinha".

Farinha representa o sustento, os bens materiais e o esforço para se obter o pão nosso de cada dia. Torá são as leis, o conhecimento, o caminho para o entendimento das coisas e a consciência superior.

A farinha pode ser entendida também como a práxis, as nossas ações, as atitudes concretas que deixamos pelo mundo. Torá é a sabedoria expressa por nossas palavras e pela imagem que construímos e defendemos.

Uma pessoa que possui mais sabedoria em seu discurso do que aquela expressa em suas ações, ou seja, mais torá do que farinha, é como uma árvore com galhos numerosos, mas com raízes frágeis onde qualquer vento poderá arrancá-la.

Já uma pessoa que possui ações superiores à sua sabedoria, pode ser comparada a uma árvore com poucos galhos, não tão vistosa, mas que possui inúmeras raízes fortificadas e nenhuma tempestade poderá tirá-la do solo.

Estamos vivendo tempos onde o conhecimento e a sabedoria, mesmo que aparentes, têm sido muito valorizados. Imagens são formadas, mitos são arquitetados, mas as atitudes acabam por não refletir este brilho exterior.

Esperteza e malandragem, travestidas de sabedoria, é como se fossem o deus Hermes, patrono do ilusório e das artimanhas, com as roupas do deus-sol, Apolo, tentando iluminar as multidões.

E do outro lado, milhões de pessoas que conhecem bem o esforço necessário para transformar a farinha em pão, por mais que não reverberem uma imagem reluzente e ilusória, são arvores que apesar de todas as tempestades que enfrentam, continuam firmemente sustentadas por suas ações.

Não há Torá sem farinha. Não há sabedoria sem ética. Não há sucesso sem honestidade e trabalho. Em momentos onde tudo parece ter perdido seus princípios, é possível encontrar conforto e discernimento numa singela metáfora como essa.




domingo, 10 de setembro de 2017

O miserável mundo dos 10%



A Cabala apresenta a realidade na forma da Árvore da Vida, onde existem dez dimensões ou esferas, denominadas sefirot, que devem ser vivenciadas para que sejamos seres plenos, cheios de alegria e realização.

Existe uma cortina que separa cada uma das dimensões, que deve ser vencida para o acesso às outras.

O mundo físico dos sentidos é apenas a primeira dimensão e é chamado de "escolha". Por não conseguirmos ver além da sua cortina, entendemos que a realidade está englobada apenas nela. Ao contrário, viver estacionado nesta esfera, significa ficar afastado da totalidade. Mas tudo não passa de uma escolha.

Ao encontrarmos um obstáculo, fica difícil superá-lo, enxergando apenas 10% da realidade. Ao surgir um problema profissional, podemos crer que somos fadados ao fracasso; o término de um relacionamento pode nos levar a conclusão que não somos feitos para o amor; e ao deixarmos passar nossas vidas de forma automática, podemos concluir que nossa existência não possui propósito.

Viver no mundo dos 10% é ter uma vida miserável. É difícil não se sentir pobre com apenas 10% da visão. O sentimento é que as coisas são rasas, sem significado. Por mais ricas e poderosas que as pessoas e organizações aparentem ser, se vivem apenas no mundo dos 10%, elas são verdadeiramente miseráveis.

Vencida a primeira cortina, chegamos a segunda dimensão e caminhamos mais um pouco rumo ao mundo dos 100%.  Esta é a dimensão do "propósito". Ter um propósito consciente significa fazer escolhas com fundamento. Dessa forma, a segunda dimensão traz sentido para a primeira. Pessoas e organizações ricas e poderosas que não possuem propósito, levam uma vida árida e vazia. Para vencer a segunda dimensão é preciso ter o verdadeiro desejo de compartilhar. Não existe propósito que não seja compartilhado.

A terceira dimensão representa o "refinamento". Um dos motivos de estar vivo é a busca de fazer as coisas cada vez melhor, com refinamento. Esta dimensão também nos ensina a importância da perda para continuarmos nossa caminhada. Somente é possível obtermos refinamento naquilo que fazemos se soubermos eliminar os excessos e as escolhas inúteis. Parece simples, mas não é. Quantas coisas e relacionamentos teimamos em manter, sem ter nenhum resultado concreto? Acumular em excesso também pode nos tornar miseráveis.

A quarta dimensão é a "permanência". Não é possível fazer escolhas com propósito e refinamento se não somos persistentes no nosso caminho. Quantas pessoas conhecemos que estão sempre mudando de objetivo sem conseguir resultados efetivos. Na árvore da vida, a esfera da permanência está ao lado da esfera do refinamento, mostrando que a busca por melhorar nossas escolhas e relacionamentos deve ser um processo contínuo.

No caminho ao mundo dos 100%, a quinta dimensão traz a importância do "equilíbrio" da nossa jornada e projetos pessoas e organizacionais. Este equilíbrio é atingido pelo constante processo de reflexão e avaliação das nossas escolhas, que são empoderadas pela existência de um propósito e pelo permanente refinamento. Um sistema de avaliação garante oxigênio às boas escolhas.

Para permitir perenidade das boas escolhas que fazemos, a sexta dimensão nos lembra a importância da "disciplina". Vencer esta cortina é um dos maiores desafios dos postulantes ao mundo dos 100%. Quantas boas escolhas, preenchidas de excelentes propósitos não são testadas a cada momento? Quantas organizações que resolveram priorizar o atendimento às necessidades das gerações futuras não são tentadas a focar apenas nos objetivos de curto a partir do primeiro obstáculo encontrado?

Quando as pessoas e organizações já estão neste estágio avançado do mundo dos 100%, a sétima dimensão traz o desenho profundo de "compartilhar"nossos resultados com o Todo. Competições rasteiras perdem o significado quando temos boas escolhas, com propósito edificante, refinamento, permanência, equilíbrio e disciplina. Compartilhar os resultados torna-se uma consequência óbvia e práticas "no compliance"passam a não mais existir.

 Podemos ter atingido todas as dimensões anteriores e vencido todas as cortinas do nosso caminho, mas a oitava dimensão mostra que se não tivermos "alegria" e "entusiasmo", nossa jornada não terá a leveza necessária da bem aventurança. Lembre-se que entusiasmo vem do grego e significa "in" + "theos", ou seja, inspirado por Deus. Veja se as pessoas mais iluminadas e que vivem sua missão superior plenamente não são aquelas que mais transbordam alegria e contentamento?

Poucas pessoas e organizações chegarão até a nona dimensão. É a esfera da "desidentificação", onde conseguimos enxergar a nós mesmos e as nossas organizações como seres externos. Representa o fim do Ego e nesta dimensão, a sensação de totalidade e liberdade é tão profunda e verdadeira, que vencer uma concorrência ou atingir um resultado individual não faz mais muito sentido.

Finalmente, a décima dimensão é o final da jornada, o caminho de volta pra casa. É vivermos plenamente o mundo dos 100%. Tudo emana da décima dimensão e o resultado é a "certeza" da plenitude. É o estágio onde as coisas acontecem naturalmente, parecendo milagre para aqueles que não a vivenciam. Não existe escassez e a necessidade de intermediários no mundo dos 100%.

A crise que o mundo está mergulhado parece ser o resultado da insistência em viver o mundo miserável dos 10%. Onde as escolhas são mesquinhas e de curto prazo. Aos poucos, a sociedade começa a perceber que as boas escolhas precisam começar com bons propósitos e o movimento rumo à prosperidade se inicia.

Este blog coloca a disposição das pessoas, o programa "Em busca da sua Missão Superior"como forma de contribuir para a superação da primeira cortina, que pode parecer pouco, mas que possui uma extrema capacidade de mudança.

Tudo começa pequeno, mas é sua pureza de espírito que define sua grandeza e longevidade.

Para mais informações sobre a Cabala, leia: O poder de realização da Cabala de Ian Mecler.

domingo, 3 de setembro de 2017

O curto caminho longo


"Certa vez uma criança arrebatou o melhor de mim. Eu viajava e me encontrava diante de uma encruzilhada. Vi então um menino e lhe perguntei qual seria o caminho para cidade. Ele respondeu: 'Este é o caminho curto e longo e este, o longo e curto.' Tomei o curto e longo e logo deparei com obstáculos intransponíveis de jardins e pomares. Ao retornar,  reclamei: 'Meu filho, você não me disse que este caminho era curto?' O menino então respondeu: 'Porém lhe disse também que era longo!'" - A Alma Imoral - Nilton Bonder.

Teimamos em sempre procurar o caminho curto, porque pensamos que trilhá-lo será mais simples, o que normalmente não acontece.

O caminho curto é nossa tentativa de ficarmos confortáveis e mudarmos ao mesmo tempo. Isso não costuma dar certo porque deixamos de lado a reforma dos alicerces mofados que supostamente seguram nosso esqueleto.

Empresas que tentam se reinventar e escolhem o caminho curto, acabarão por descobrir que os males que as afligem não serão extirpados. Campanhas milionárias de "endo" e "exo" marketing acabam apenas por mascarar aquilo que precisa ficar em evidência: os produtos que não são bons, as relações que não são fecundas e as escolhas que não são sábias.

Reinos que percorrem apenas caminhos curtos acabam por entregar pacotes conservadores de mudanças, por mais que a corte faça alarde de forma alvissareira.

Pessoas que decidem buscar seu propósito e escolhem o caminho curto, irão se deparar com atitudes rasas, como trocas que acabam não trocando nada, novos comportamentos que não deixarão espaço para o verdadeiramente novo, belo e prazeiroso.

Como diz Nilton Bonder, a coragem está em ouvir o menino das encruzilhadas. Ele é a nossa Alma.

Assumir nossa Alma é aceitar sua imoralidade, pois ela irá decepar as cabeças da Tradição e do Equilíbrio. Sem isso, nada de novo poderá florescer.

Nossa alma trairá nossas verdades porque será regida pelos princípios da alegria e inocência do menino, que entende ser óbvio escolher o caminho longo e curto, pois não encara com medo e desconfiança os primeiros barrancos que tentarão lhe derrubar. Para ele isso é divertido. E a Paz é algo que vem de longe.

domingo, 20 de agosto de 2017

Existe espaço para o Amor nas organizações?

Palavra desgastada é o Amor. Violentada pelo seu uso rasteiro e comercial. Rebaixada ao ser vista como apenas o esforço em manter o objeto desejado sob nossa tutela. Mas quando pensamos numa organização, formada por pessoas,  metas e advogados, há espaço para o Amor?

Talvez a resposta esteja no conceito de "autopoiese" firmado por Humberto Maturana e Francisco Varela nos anos 70 do século passado. Autopoiese vem do grego, "auto" = "próprio"e "poiesis"= "criação", ou seja, a capacidade dos organismos de produzirem a si próprios.

O conceito rechaça a visão mecanicista que explica os seres vivos como máquinas formadas por engrenagens, trabalhando de forma quase independente e que, com seu esforço individual, conseguem que o "todo" funcione, produza e se reproduza.

Para Maturana e Varela, a autoprodução é um processo fluidificado pelo Amor. Os sistemas vivos são sistemas complexos e interdependentes. O Amor é a energia emocional que norteia o resultados desses sistemas. O sobrevivência dos seres vivos depende dos fluxos harmônicos que os irrigam e transportam nutrientes, além de permitirem que a energia emocional tenha também vazão e funcione como o regente de uma notável orquestra.

Em uma organização de pessoas o processo se repete. Para que ela viva de forma saudável e produtiva precisa de espaço para que a energia emocional tenha seu fluxo desobstruído. Os departamentos que insistem em dividi-la são como placas de gordura que não permitem que a energia do Amor a fecunde.

Os japoneses descobriram isso há décadas, ao promover o trabalho baseado em grupos multifuncionais, pois perceberam que as decisões em grupo são mais sábias. O "board" não pode ser considerado o único mecanismo participativo de um organismo social. Decisões sábias exigem representatividade. Todas as partes interessadas precisam estar representadas, inclusive aquelas que representam outros sistemas associados.

A autopoiese organizacional apenas poderá ocorrer quando todas as partes puderem expressar sua energia emocional na construção de um ecossistema saudável. Energia emocional é a criatividade em ação ou o "in"+ "novus", inovação, o novo dentro de si.

Os jovens talentos não persistem nas organizações "esclerosadas", ou seja, endurecidas pela falta de irrigação afetiva, porque necessitam expressar sua energia emocional/criativa. Os clientes mudam de fornecedores porque não conseguem se identificar com aqueles que fazem a venda em sistemas monolíticos.

Permitir que o Amor flua nas organizações significa abri-las para o interrelacionamento e deixar fluir a energia emocional que permite a identificação e a descoberta de um Propósito Maior entre as partes interessadas.

Para aqueles que "Não" quiserem perder a oportunidade de ouvir Humberto Maturana no Brasil, ele estará em São Paulo no dia 17 de outubro de 2017 no Primeiro Encontro de Universidades. Acesse o site do INFI. www.infi.com.br.


sexta-feira, 21 de julho de 2017

O diálogo necessário entre academia e mundo corporativo


O mundo mudou. Mas e as universidades também mudaram? Elas atendem as novas demandas sociais e organizacionais?

Pensando nesta importante discussão, o Instituto Febraban de Educação, INFI, irá promover o primeiro encontro de universidades.

A ideia é colocar na mesma mesa, os representantes das universidades formais ou acadêmicas e os heads das universidades corporativas.

Serão discutidos o perfil do profissional formado pela academia, as novas metodologias e tecnologias do aprendizado e os projetos educacionais voltados à cidadania.

Tanto os alunos quanto os executivos poderão inscrever artigos detalhando cases onde a educação foi inovadora em relação às metodologias, tecnologias ou foco na cidadania.

E o evento será aberto por Humberto Maturana, um dos principais educadores internacionais da atualidade.

Você não pode ficar fora dessa!

Para maiores informações, acesse: infi.com.br

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Os Millennials e a Teoria U



Semana passada fui a uma palestra sobre a Teoria U com minha filha. A sala estava cheia de jovens na faixa dos seus vinte e poucos anos. Pessoas com brilho no olhar, buscando fazer a diferença e todos muito empolgados com a teoria de Otto Scharmer.

O que tinham em comum?

Setenta por cento tinha abandonado as corporações e o emprego CLT. Estranho pensar que em um pais com 14 milhões de desempregados, um grupo enorme de jovens está pouco ligando para a tal carteira assinada, FGTS, férias, etc.

Minha filha de 27 anos e meu filho de 25 anos também abandonaram o crachá há bastante tempo. Ela é consultora do Governo brasileiro para mudanças climáticas e ele está construindo sua carreira na música.

Mas o que está errado nas corporações?

Talvez a resposta que melhor explique o fenômeno seja a mais óbvia. O mundo mudou e as corporações continuam a seguir um modelo similar ao dos protetores do pretório, com pequenas mudanças. Nas escolas, a situação não é muito diferente, o que deve explicar a evasão física e anímica dos alunos.

Mas este modelo não tem funcionado bem até hoje? Parece que não mais...

Isso explica porque as pessoas e muitas organizações estejam se acotovelando para conhecer os conceitos de Otto Scharmer, criador do Presencing Institute e professor do MIT.  O autor propõe um sistema "eco-cêntrico" em vez de"ego-cêntrico", que possui três dimensões, a ecológica, a social e a espiritual.

Parece que as corporações não têm tido muito sucesso na dimensão ecológica, pois insistem no modo de produção linear, baseado na emissão de gases do efeito estufa, uso excessivo de recursos finitos e eliminação de inúmeras espécies.

Na dimensão social, a situação não é muito melhor. Por mais que a prosperidade tenha surgido para algumas Nações e alguns segmentos sociais, mais da metade daqueles que habitam o nosso orbe, ainda não possuem acesso aos bens mais triviais de qualquer sociedade, como água potável, saneamento e três refeições ao dia. Se falarmos de acesso à educação então...

Finalmente, a crise espiritual, que fica estampada nos inúmeros escândalos que contaminam o "core"do sistema e o vazio existencial que invade aquilo que Platão denominou de nosso "psique", principalmente os dos jovens, que buscam propósito em suas vidas, ainda com pouco uso.

Então os jovens fogem para as startups, projetos sociais e para a tal economia colaborativa. Ávidos por resolver a confusão criada pelas gerações quase anciãs, os millennials parecem nos dizer: "vocês podem nos dar licença e nos deixar trabalhar para arrumar esta bagunça?"

Vejo este Novo Êxodo de forma positiva. A busca por corrigir aquilo que não mais funciona e a mudança na nossa trajetória social/ideológica não será inédita.

Esta nova Revolução Cultural, igual a um "Uber Ontológico"vem para varrer os capítulos dos livros didáticos há muito tempo escritos, por mais que a reação jurídica do Status Quo esperneie nas Tribunas, nos Conselhos de Administração e nas telas midiáticas.

A Teoria U afirma que, apesar da reta ser o caminho mais curto, a reflexão forçada pela curva pode deixar evidente aquilo que os diversos Chiefs ainda não enxergaram. A Morada da Essência.




segunda-feira, 10 de julho de 2017

Até que enfim é segunda-feira!


São 00h23 minutos da madrugada de uma segunda-feira. As 9h00, reunião em cliente. Na parte da tarde, vídeo conferência com o Brasil todo.
E finalmente, hoje é segunda-feira! Dia de recomeçar. Rever aquilo que não está funcionando e tentar melhorar. Aprimorar aquilo que está dando certo.
Se vocês quiserem uma dica, digo que o mais importante é diversificar a carteira e começar a trabalhar para mudar o produto que hoje é vaca leiteira. Tenham certeza, as tetas vão secar.
Manter o propósito a cada momento. Quero dizer, a razão maior para que seja importante começar tudo de novo a partir das 9h00 de hoje.
E as 6h00 da matina, ou seja, daqui a pouco, ainda tem treino na academia do prédio. Minha personal não falta de jeito algum. Super profissional.
Uma semana perto daqueles que amamos é fundamental também. Não dá pra deixar apenas para o final de semana.
Comer menos proteína e gordura animal, além de laticínios é a meta de toda semana. Assistam ao documentário "What the Health"no Netflix.
E que as notícias da semana nos mostrem que existe esperança aqui nos trópicos.
Boa noite! Bom dia! Feliz segundona para todos!

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Está faltando emprego, mas sobrando trabalho


Nesta época bicuda tenho recebido vários currículos por dia. Pessoas buscando uma recolocação CLT em momentos de baixa demanda e corte de custos.
Empregos estão em falta, mas percebo que está sobrando trabalho. Isto é, as empresas não conseguem abrir novas vagas, mas estão cheias de projetos que precisam ser executados.
Isto está sobrecarregando as equipes e abrindo muitas oportunidades para quem quer empreender e trabalhar por projetos.
Caso você esteja passando pela chamada "transição de carreira" fica ai algumas dicas:
Entre em contato com sua rede e pergunte pela possibilidade de trabalhar por projeto. Veja quais processos estão sendo empurrados para depois por falta de braços e verifique a possibilidade de assumir algum deles.
Se você nunca foi empreendedor, saiba que no seu futuro, este caminho estará cada vez mais presente. Abra uma empresa "simples", prepare uma boa página de apresentação na internet e descreva quais tipos de projetos você poderia assumir.
Coloque-se à disposição para treinar a equipe das pessoas na sua rede. Isto irá aumentar a produtividade deles e você poderá se tornar uma pessoa chave no seu futuro cliente ou até mesmo empregador.
Prepare uma estrutura de home office no seu doce lara para que possa se tornar seu QG por algum tempo... Ou por muito tempo.
Se você puder elaborar uma proposta de atuação com parte da remuneração variável por resultados, sairá na frente das outras pessoas a princípio tão competentes como você.
No mundo disruptivo que estamos inseridos, emprego CLT deverá ser eliminado em grande escala, mas oportunidades para "Pessoas S.A." serão a nova realidade do mercado e estas vagas dinâmicas surgirão por toda parte.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Cuide bem do seu Baby Boomer


Muitos profissionais na faixa dos quarenta anos começam a ficar preocupados com sua idade e a capacidade de continuarem no mercado de trabalho. Incrivelmente, algumas empresas entendem que uma pessoa nessa faixa etária talvez não consiga entregar resultados iguais a pessoas na faixa dos trinta.

Pois não concordo com isso. Profissionais seniores, com cinquenta anos ou mais possuem repertório. Passaram por vários tipos de organizações, tiveram todo tipo de chefes e sabem o que funciona ou não.

E o mais interessante é que profissionais seniores possuem mais clara sua Missão Superior, sua contribuição e legado para o mundo. Então, eles conseguem trazer para o ambiente corporativo uma atitude de significado maior do trabalho.

Energia também não falta para eles, pois sabem a importância de uma vida saudável e equilibrada.

Então, pense muito bem antes de desligar seu baby boomer!


segunda-feira, 26 de junho de 2017

5ª Turma - Em Busca da Sua Missão Superior



A formação que ajuda as pessoas a terem clara sua Missão Superior e auxiliá-las a implementá-la chega a sua quinta turma.

A Missão Superior é nossa razão maior de ser. É um compromisso que fizemos com o Universo e que devemos cumprir, pensando em nossa evolução.

Claro que para muitas pessoas, isto pode parecer uma grande bobagem. Nossa formação não foi pensada para estas pessoas.

Acreditamos que existe uma trajetória que conduz nossa existência. Obviamente, temos livre arbítrio e podemos fazer o que quisermos das nossas vidas.

Contudo, ao seguirmos um caminho que possui afinidade com nossa Essência e que permite o uso ampliado de nossas potencialidades, tudo fica mais fácil e com maior sentido.


Viver nossa Missão Superior significa ser protagonista da nossa história, ouvir nosso chamado interior e agir para nossa própria melhoria, da comunidade em que vivemos e de todo ecossistema Terra, por meio do trabalho que nos traz realização e felicidade.

A quinta turma ocorrerá de 1 de agosto de 2017 a 26 de setembro de 2017. Serão 9 encontros sempre às terças-feiras das 19h30 as 22h00.

Segundo a numerologia cabalística, nosso nome completo e nossa data de nascimento revela nosso destino e missão. O programa revelará a você esta informação, como mais um suporte a sua proposta de Missão Superior.

A sua proposta de Missão Superior será construída durante o decorrer do programa, que oferecerá a você também um plano de mudança pessoal, um plano de interação social e atuação global.

Se você pretende redirecionar sua vida para uma causa maior e ter um projeto alinhado às novas demandas planetárias, venha fazer este programa e dê um novo significado a sua jornada!


PROGRAMA EM BUSCA DA SUA MISSÃO SUPERIOR


Público alvo: pessoas nas mais diversas idades que necessitem redirecionar suas práticas, tanto na esfera pessoal como profissional, em busca de uma vida com mais significado e contribuição para a melhoria das condições de vida no planeta.

Este programa tem algum cunho religioso?
Não. O programa não irá promover nenhum tipo de doutrina religiosa, mas irá incentivar a espiritualidade, que significa a conexão com nosso Eu Superior, o que irá potencializar nossa ação conosco mesmos e com a sociedade em que vivemos.

Este programa é algum tipo de terapia?
Não. Ele assemelha-se a um programa de coaching coletivo, que visa orientar as pessoas a encontrarem suas próprias respostas e caminhos. Contudo, esse direcionamento deverá trazer mais alegria e significado para os participantes, o que poderá ter efeito terapêutico.

Este programa é algum tipo de aconselhamento de carreira?
Não. Ele é mais profundo do que isso, pois não ficará apenas na dimensão superficial da ação profissional das pessoas. O resultado poderá clarear as decisões tanto profissionais como pessoais de cada um.

Quando o programa ocorrerá?
Serão nove sessões que ocorrerão nos meses de Agosto e Setembro de 2017, das 19h30 às 22h, na cidade de São Paulo. Os encontros serão as terças-feiras nos dias: 1, 8, 15, 22 e 29 de Agosto e 5, 12, 19 e 26 de Setembro.

Qual o local onde o programa será realizado?
Os encontros ocorrerão na Av. Paulista, 807, 9º andar. Existe estacionamento próximo conveniado, mas sugerimos o uso do metrô.

Como será a metodologia do programa?
Serão discussões em grupo, com atividades de autoconhecimento, vivências e tarefas para construção do projeto da Missão Superior.

O programa terá algum tipo de investimento?
O programa terá o investimento de 440 reais, podendo ser pago em 2x no cartão ou em 2 cheques.

Quem irá conduzir o programa?
O programa terá como facilitadores um grupo formado por profissionais com vasta experiência em life coaching, consultoria, educação e desenvolvimento humano.

Como eu faço para me inscrever?
Primeiramente, verifique se você terá disponibilidade para participar de todos os encontros e principalmente, reflita se o programa proposto atende à sua busca interior. Não venha a procura de terapia e sim, de um significado maior para sua existência. Então, envie um e-mail para contato@liderancaeducadora.eco.br e passe seus dados, telefone e em breve você receberá um contato nosso.


PROGRAMA

PRIMEIRO ENCONTRO
Integração e Desenho do Contexto
* Por que faz sentido termos uma Missão Superior?
* Desafios do momento atual do planeta e nossa responsabilidade com a mudança.
* Nossa existência como um grande aprendizado.
* Integração da turma.

SEGUNDO ENCONTRO
Porque me orgulho da minha história
* Os setênios que vá vivi e meus ciclos de vida.
* Minhas fases de desenvolvimento.
* O que gosto de fazer e o que faço bem.
* Do que o mundo precisa?

TERCEIRO ENCONTRO
De onde Viemos e com qual Finalidade?
* O Logos cósmico.
* A cosmogênese e os sete super-universos.
* Os diversos planos de existência.
* O papel da Terra na evolução cósmica. 
* A constituição septenária do homem.
* A teoria da alma de Platão.
* Eu-superior e personalidade.
* A conexão de tudo e de todos.

QUARTO ENCONTRO
Minha Persona, Meus Pontos de Luz e Sombra
* Os nove tipos de personalidade no eneagrama.
* Crenças e valores limitantes e impulsionadores.
* Ponto de Luz e Sombras.
* O caminho espiritual dos nove tipos de personalidade.
* Meu destino e minha missão segundo a numerologia cabalística.
* A definição de minha palavra de poder.

QUINTO ENCONTRO
A Dimensão Pessoal da Minha Missão Superior
* Minha Roda da Vida.
* O peixe morre pela boca: o que como e falo.
* Minhas Práticas essenciais.
* Meu desenvolvimento pessoal.
* Minha dimensão instinto, sentimentos e pensamentos.
* Minha avaliação financeira.
* Primeira obra-prima: meu plano de mudança pessoal.

SEXTO ENCONTRO
A Dimensão Social da Minha Missão Superior
* Minha rede de relacionamentos.
* O papel da minha família na construção da minha Missão Superior.
* Meus grupos de interesse.
* Segunda obra-prima: meu plano de interação social.

SÉTIMO ENCONTRO
A Dimensão Global da Minha Missão Superior
* Meu momento profissional atual e futuro.
* Caminhos de atuação global: trabalho voluntário, empreendedorismo, atuação em organizações.
* Projetos sociais e formas de captação de funding.
* Do que o mundo precisa?
* Terceira obra-prima: meu plano de atuação global.

OITAVO ENCONTRO
A Oficina da Minha Missão Superior
* Revisão das dimensões pessoais, sociais e globais.
* Conectando tudo a tudo.
* Definindo as fases da minha Missão Superior.
* O necessário cronograma.
* Ultimas amarrações.

NONO ENCONTRO
* A apresentação ao grupo da minha proposta de Missão Superior
* Celebração!

Não perca mais tempo. Coloque movimento e significado na sua vida!









domingo, 11 de junho de 2017

2 x 0 é um placar perigoso




Numa noite de futebol, esparramado no sofá, meu time fez 2 x 0 sem muito esforço. Então começou a tocar a bola de lado, tentar dribles humilhantes e tripudiar sobre o adversário. Virei para meu filho e disse: "2 x 0 é um placar perigoso..."

Ele me olhou indignado e disse que eu ficava "gorando"o time... Dez minutos se passaram e o jogo estava 2 x 2... O futebol não perdoa...

Em nossas vidas, muitas vezes nos deparemos com o placar de 2 x 0. E constantemente, relaxamos.

Relaxamos quando tudo parece estar tranquilo em nossos relacionamentos.

Relaxamos após terminarmos nossa formação, parecendo que já fizemos nossa parte.

Relaxamos quando batemos nossas metas e o bônus fica garantido.

Relaxamos quando nossos clientes continuam comprando e parecem satisfeitos.

Então baixamos a guarda. Ficamos meio sonolentos e enfastiados.

E o adversário aguerrido penetra na nossa defesa, encontra volantes distraídos e zagueiros jogando com salto 15.

2 x 2

É compreensível relaxar quando tudo parece conquistado. Aí me lembro do "Seu Oswaldo", um senhor muito simpático, responsável pela manutenção numa empresa que trabalhei. Tudo estava sempre impecável e ele nunca deixava uma torneira pingando, uma lâmpada queimada ou um computador fora de operação.

E a gente sempre perguntava pra ele: "Tudo bem aí, Seu Oswaldo?""

E ele, com um leve sorriso, respondia satisfeito: "Tá tudo em ordem, mas o tinhoso tá sempre trabalhando pra derrubar a gente".

Acho até engraçado, mas sempre quando tudo parece tranquilo e o jogo vitorioso se encaminha para o final, fico pensando no tinhoso, escondido para nos pregar uma peça. É incrível a frequência com que isso acontece.



domingo, 4 de junho de 2017

Franchesco, o CEO mais disruptivo do nosso tempo


Parece que atualmente tudo é  disruptivo, ou seja, pode causar uma quebra radical no rumo natural das coisas.

Mas pouca coisa realmente é disruptiva. Arrisco a dizer que a chamada Revolução Digital não seja tão disruptiva como falam os especialistas. Ela é o aprofundamento de um processo que já vem ocorrendo há décadas. Então, comprar uma pizza via aplicativo ou conversar em rede com o mundo todo é apenas consequência do momento atual da evolução tecnológica. A energia elétrica e a penicilina foram muito mais disruptivas.

Ser disruptivo significa mudar a essência de nossas vidas. Fazer nossas vidas mais focadas naquilo que realmente importa. Espalhar felicidade e amor entre as pessoas, mesmo que isso vá contra os interesses de curto prazo de alguns.

Qual organização ou líder conseguiu ser realmente disruptivo e atender aos nossos anseios mais profundos, como a amizade e a conexão com nosso Eu Divino?

Vejo em Franchesco um desses poucos homens. Ele é um homem Santo porque fala ao coração dos homens. Ele é amado, como um Papa nunca foi antes, porque é simples e não se contamina pela riqueza absurda e pelos desvios de sua organização.

A vida simples é o maior sinal de algo que leva a disrupção. Tudo aquilo que complica mais a nossa vida e nos deixa mais longe do nossa Missão Superior é uma ameaça e não uma resposta.

Compramos coisas caras e inúteis e para isso nos endividamos. E temos que trabalhar mais para pagar nossas contas. E então, envelhecemos. E fica o sentimento que algo deu errado. E deu mesmo.

Franchesco fala da inclusão de todas as pessoas, da importância de cuidarmos do meio ambiente, e tem para os políticos e líderes corporativos a mensagem de que não é possível trabalhar para a humanidade e ao mesmo tempo ficar preso aos banquetes exuberantes e mansões suntuosas.

O mensagem não é contra os bens materiais, mas sim à armadilha da empáfia que costuma atingir os homens poderosos, que acabam por se enebriar pelas festas, eventos luxuosos e paparicação e se esquecem do objetivo real das suas posições, contribuir para a construção de um mundo mais justo e solidário.

Franchesco captou o verdadeiro significado da disrupção e consegue sobreviver num mundo de coisas superficiais e descartáveis. Um mundo líquido, nas palavras de Zygmunt Bauman. Aplicativos para celular são importantes e trazem conveniência, mas não deixam mais leve a mochila que todos nós temos que carregar todo santo dia.


quinta-feira, 1 de junho de 2017

O peixe morre pela boca, pelo o que fala e come



Este velho e batido diário continua atual e precioso. As palavras devem ser pensadas e trabalhadas antes de serem lançadas ao vento, porque depois que saírem da boca, não tem santo que possa fazê-las voltar.

Outra forma frequente de matar o peixe é pelo o que ele come. Existem terapias baseadas nos alimentos que prometem curar vários tipos de doenças e prevenir que apareçam mais pra frente. Dietas a base de sucos de hortaliças e da eliminação da proteína animal, derivados de leite, farinhas e açúcar estão se disseminando.

Tudo é uma questão de prática e disciplina. Se pensarmos bem antes de falarmos algo e se fizermos o mesmo, ao escolher nosso alimento, teremos uma vida mais saudável e longeva.

Mas alguém pode perguntar: Do que adianta viver mais sem poder espalhar nosso veneno e comer nossa picanha?

Esse impasse nos remete ao processo de desenvolvimento humano. Será que ao longo das nossas vidas, deveríamos nos preparar para fazer escolhas cada vez melhores?

Trocar o blá blá blá inútil por conversas mais profundas e efetivas? Trocar a comilança por reuniões com amigos verdadeiros? Dançar mais, caminhar mais, ler bons livros?

Talvez o segredo seja pararmos de fazer e falar coisas no automático.

Falar muito não é falar o importante.

Comer muito não significa alimentar nosso corpo e alma.

É uma questão de afinar no instrumento...


Viver é afinar o instrumento.
De dentro pra fora.
De fora pra dentro.

Serra do Luar (Walter Franco).


segunda-feira, 24 de abril de 2017

As empresas ainda não perceberam que as pessoas são muito mais colaborativas do que competitivas


As pessoas cada vez me procuram mais para pedir ajuda com seus empregos. Elas não aguentam mais um ambiente de competição exacerbada e pouca qualidade de vida.

Elas relatam que vivem em um ambiente de altíssima pressão e competição e começam a questionar se vale a pena viver isso.

Dizem que querem apenas fazer seu trabalho em paz, sem conflitos desnecessários e jogos de poder. E ao final de um dia de trabalho, voltar pra casa, abraçar seus filhos e curtirem suas famílias.

A conclusão que chego é que as pessoas são naturalmente colaborativas e acabam forçadas a competir de forma irracional, sem saber ao certo pelo que estão competindo.

Mudar isso é possível? Certamente!

Mas não me peçam fórmulas mágicas porque não as tenho.

Recomendo apenas que cada um reflita sobre sua vida, seus sonhos e aquilo que vale a pena.

Sêneca, filósofo romano, um dos estóicos mais importantes, escreveu em sua obra "Sobre a Brevidade da Vida":

Não é tarde demais para começar a viver, quando já é tempo de desistir de fazê-lo? Que tolice dos mortais a de adiar para o quinquagésimo ou sexagésimo anos as sábias decisões e, a partir daí, onde poucos chegaram, mostrar desejo de começar a viver!

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Vejam como Patrícia Mascarenhas encontrou sua Missão Superior



Difícil dizer em poucas palavras o que o curso Missão Superior significou para mim. 

Ter um nome para o que somos e o que buscamos de maturidade espiritual.

Entender que a minha Missão Superior pode ser iniciada agora e não mais esperar pelo momento ideal que nunca chegava. 

Trazer pessoas muito próximas do meu coração para poder dividir esta experiência e se beneficiar de todo que este curso pode significar e nos trazer. 

Encontrar pessoas maravilhosas nesta jornada e continuar a caminhar juntos.

Gratidão aos queridos Wilma, Fábio, Janete. Gratidão a todos os amigos velhos e novos por terem confiado em mim.


Life is a journey. Live it well!

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Depoimento Luci Ferraz - Em Busca da Sua Missão Superior



O curso Em Busca da Missão Superior me permitiu relembrar vivências e valores de minha infância e adolescência que até hoje influenciam na minha vida, o que viabilizou a revisão, atualização e transformação de algumas importantes competências socioemocionais e até mesmo técnicas para a definição de novos projetos.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Mavilde colocou sua Missão Superior a serviço de 70 idosos



Quando Mavilde aceitou o convite de suas amigas Patrícia e Sylvia para participar do programa "Em Busca da Sua Missão Superior", não tinha ideia do que estava por vir e o alcance que seu projeto teria.

"Devido a insistência das minhas amigas, que sabiam que eu estava passando por momentos bastante difíceis, fui a busca da minha "cura" e "religação" com a espiritualidade por meio daquele curso, considerado por elas uma incrível oportunidade de autoconhecimento".

Mavilde descobriu que sua palavra de poder era "Amor" e descobriu a conexão com sua obra-prima: trabalhar para a família e o voluntariado.

Quando foi apresentada ao Eneagrama, ficou claro a Mavilde que havia uma missão a seguir.

"O eneagrama foi um momento de descoberta. Meu perfil é tipo 1, pessoas que sentem possuírem uma missão a cumprir na vida. No meu caso, ajudar as pessoas (família e voluntariado) a se religarem."

Mavilde, que fez a turma 2 do programa, uniu-se a suas amigas Patrícia, Sylvia, Regiane e Adriana, da turma 1, numa ação de voluntariado na Casa Madre Teodora dos Idosos, que abriga 70 idosos.

Em dezembro de 2016 realizaram a Festa de Natal, com 6 mães voluntárias e seus filhos. Já na Festa da Páscoa de 2017, Mavilde foi surpreendida com a presença de 33 voluntários diretos, presentes no dia, além de outros que também contribuíram, mas não puderam comparecer.

Mavilde e seu grupo de voluntários está agora na fase de reuniões para programarem as ações do segundo semestre, além da avaliar a forma de atuação daqui pra frente.

Mavilde se diz surpresa com os resultados atingidos após participar do programa "Em Busca da Sua Missão Superior" e sente que encontrou seu caminho e propósito de vida, além de incentivar seu grupo de voluntários a colocarem suas Missões Superiores também em prática.

"O que tenho a dizer estou em paz comigo e levando paz e amor para quem precisa!!!"






sexta-feira, 7 de abril de 2017

Por que "apenas" algumas pessoas são outstanding?



Pessoas outstanding possuem aparentemente os mesmos recursos que os demais, mas conseguem resultados excepcionais. Mas, por que isso ocorre?

Acredito que a principal razão está ligada ao fato que um outstanding possui uma autocobrança para fazer o melhor, superior às outras pessoas. Não aceitam algo apenas bom. Tem que ser excepcional.

Os outstanding adoram brilhar e querem fazer a diferença. Ter destaque, reconhecimento. Dessa forma, eles conseguem acalmar sua fera interior que cobra deles um desempenho acima do normal.

Eles existem em toda parte e funções. Enganam-se aqueles que os procuram apenas entre os executivos em posição de destaque.

Uma pessoa outstanding irá surpreende-lo em diversos momentos. Ela trará um resultado muito acima do esperado, fruto de um perfeccionismo exacerbado.

E seu trabalho será primoroso. Uma obra-prima.

O desafio dos educadores é direcionar a energia transformadora dos outstanding para o bem comum. Não apenas para si próprios. Se eles canalizarem seu poder realizador para servir a sociedade, farão mudanças sociais formidáveis ou criarão ondas de inovação.

Liderar pessoas outstanding não é fácil, pois são exigentes, ambiciosos e não aceitam tarefas pequenas e sem importância. Então, prepare-se e deixe-os voar. E esteja preparado para colher seus frutos, que não deverão ser desprezados.

Mas tenha certeza, é bem melhor trabalhar com pessoas outstanding do que se contentar com acomodados ou aqueles que se consideram ocupados e importantes demais para entregar algo novo e inesperado.

É possível reconhece-los por um brilho especial no olhar que pode parecer apenas um devaneio, mas que está cheio de propósito e conteúdo.


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Depoimento de Letícia Pak - Em Busca de Sua Missão Superior



Ter a oportunidade de participar  do curso "Em busca da sua missão superior" foi viver um momento único.

Esse momento é uma forma de estarmos com a disposição de olhar a nossa vida novamente, e isso significa, olhar com respeito e honrar a nós mesmos assim como aos outros. Este curso nos traz a possibilidade de crescimento e despertar.

Sou grata ao Fábio e a Wilma,  e a todos que contribuíram como facilitadores. Gratidão a minha Patrícia Mascarenhas. Grata ao Universo por estar aqui e conhecê-los. 

Obrigada e Namastê 


Letícia Pak

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Depoimento de Edlamar Palhano - Em Busca da Sua Missão Superior


Equilibrar todas as áreas (social,física, mental,financeira, profissional,religiosa e familiar)deve ser nosso desafio constante, e  participar da 3a Turma do M.SUPERIOR esta sendo uma grata surpresa!

A brevidade do curso (acho!) tem o propósito de instigar os participantes a querer o aprofundamento de alguns temas aqui abordados! 

Adoraria fazer um curso de eneagrama.                         

Parabéns!! Sucesso com a 4a Turma!

Edla Palhano.

Depoimento de Pedro Gonçalves - Em Busca da Sua Missão Superior



Há certos momentos em nossas vidas em que precisamos mudar o rumo dos acontecimentos, de modo a buscar, encontrar algo novo que faça algum sentido.

Esse curso lhe traz a possibilidade dessa mudança, através da aplicação de algumas metodologias, permite que você entenda quem você realmente é!

Só você pode descobrir o que realmente te faz feliz, pleno e realizado e buscar esta experiência é o propósito de cada um.

Grande abraço!

Depoimento de Patrícia Brizzi - Em Busca da Sua Missão Superior




Trata-se de um curso para auto realização e autoconhecimento. Me trouxe experiências inimagináveis, revivendo em mim coisas que eu havia esquecido. 

Superou minhas expectativas.

domingo, 2 de abril de 2017

Depoimento Natália Antunes - Em Busca da Sua Missão Superior




O curso me permitiu reconhecer vários elos e ciclos importantes de minha vida e assim unir pontas e me "empodeirar" para continuar minha missão superior. 

Sou grata aos coordenadores e monitores pelo seu empenho e dedicação.